domingo, 10 de maio de 2015

Palestras sobre Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo

Hélio Lemes Costa

Palestrante

Professor, palestrante, escritor e pesquisador com experiência de 27 anos falando sobre Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo.


Sou professor há 27 anos em cursos de graduação e pós-graduação em diversas universidades brasileiras, onde atuei e atuo também como pesquisador científico e coordenador de programa de pós-graduação;
Autor de cinco livros sobre inovação, tecnologia e educação;
Palestrante, com experiência internacional, com duas passagens pela Campus Party Brasil, Tedx e na Open Innovation Week.



Alguns dos títulos de palestras que costumo ministrar:

Inovação Incremental: pequenas mudanças, grandes negócios
A Vida após o Computador: o que muda nas organizações
A Ciência da Bananada: quem faz P&D, faz a diferença
Pulando o Muro: gestão da inovação e transferência de tecnologia
Inovação Aberta e a Singularidade Tecnológica
Lixo eletrônico, como sobreviver a ele
Ciberescola: Educação em banda larga
Tempos Digitais: ensinando e aprendendo com tecnologia, etc.

Formação

Pós-doutorando em Inovação e Comportamento Organizacional, no CTI – Campinas – SP
Doutor em Engenharia de Produção na UFSCar – São Carlos – SP
Mestre em Engenharia de Produção na UFSC – Florianópolis – SC
Pós-graduado em Gerência de Informática
Pós-graduado em Análise de Sistemas
Graduado em Processamento de Dados
Graduado em Administração

Biografia detalhada

Sou Professor nas áreas de Inovação e Tecnologia há 25 anos e, há cerca de 20 anos iniciei carreira como palestrante, tendo já me apresentado em todas regiões do país e no exterior, com palestras em inglês e espanhol.

Atuo como docente no Instituto de Ciências Sociais Aplicadas na Universidade Federal de Alfenas, no campus de Varginha, em Minas Gerais (Unifal-MG), instituição na qual também atuo como Coordenador do Mestrado Profissional em Administração Pública, Conselheiro da Universidade e Membro da Congregação do Instituto. Também sou pesquisador colaborador do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em Campinas – SP.

Sou graduado em Administração e em Informática, membro de CRA-MG e empreendedor na área de Tecnologia da Informação. Também sou pós-graduado em Análise de Sistemas e Gerência de Informática, com intensa atuação como Delegado da Sociedade Brasileira de Computação, na organização de eventos nacionais e internacionais, nos dez anos em que fui coordenador dos Bacharelados em Sistemas de Informação e Engenharia de Produção.

Iniciei a carreira de pesquisador ao ingressar no mestrado em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina, momento em que comecei a investigar e escrever sobre as relações entre Educação e Tecnologias, e que resultaram em dois livros de minha autoria: “CiberEscola: Educação em Banda Larga” e “Tempos Digitais: Ensinando e Aprendendo com Tecnologia”.

Fui gestor de Tecnologia para Educação à Distância do Unis-MG, participando do grupo de fundadores do SABE, Sistema Aberto de Educação, que atualmente conta com milhares de alunos em cursos de graduação e pós-graduação espalhados por todo o país. Atuo em projetos, coordenação e ensino em cursos na modalidade à distância desde 1998, atualmente, no âmbito da UAB – Universidade Aberta do Brasil.

No nível de doutorado, realizei meus estudos no Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal de São Carlos, onde fui membro do GeTec - Grupo de Pesquisa em Gestão de Tecnologia, local em que realizamos pesquisas sobre polos e parques tecnológicos, clusters e arranjos produtivos locais. Lá, realizei pesquisa que resultou na tese: Análise da rede de relacionamentos em sistemas locais de inovação: a experiência de Santa Rita do Sapucaí – MG, que será publicada em livro ainda este ano.

Publiquei um livro sobre “Gestão da Inovação no Canadá”, baseado em estudo de caso que realizei na região de Vancouver em 2006 e, mais recentemente, fui contratado pela CAPES para escrever o livro “Informática para Administradores”, publicado em 2014.

Possuo experiência internacional, como palestrante, professor visitante e pesquisador em universidades do Canadá, Alemanha, Suíça, Uruguai, dentre outras. Sou membro da ISOC – The Internet Society e associado à ABEPRO – Associação Brasileira de Engenharia de Produção.
Atualmente componho o Colegiado do Curso de Mestrado em Gestão Pública e Sociedade na Unifal-MG, onde atuo como professor e orientador de pesquisas na área de Desenvolvimento Regional, Políticas Públicas para Inovação e Gestão de Tecnologia.

Também sou consultor do INEP-MEC para avaliações de cursos de graduação em todo o país, sou professor da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, para capacitação de servidores públicos federais de todas as regiões do País e atuo como revisor técnico científico da Revista do Serviço Público – o principal periódico na área no Brasil – sou editor da Edufro – Editora da Universidade Federal de Rondônia e membro do Conselho Editorial da Editora Pandion, além de ser autor de avaliações para o BNI – Banco Nacional de Itens, que fornece questões para o ENEM e ENADE e de livros didáticos para a UAB.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A quem se destina o livro Tempos Digitais?

Livro destinado a qualquer pessoa interessada no desenvolvimento da educação, principalmente ao professor. Qualquer tipo de professor, de qualquer nível de formação e em qualquer área do conhecimento.
A tecnologia, principalmente a da informação e telecomunicações, alterou drasticamente diversos setores da economia e da sociedade nos últimos 50 anos, entretanto a Educação, sabidamente, foi uma das pouquíssimas exceções que permanecem pouco afetadas por essas transformações.
Se você, leitor, deseja explorar o potencial da inserção da tecnologia no ambiente educacional e concorda com o autor, que pensa que é através dessa exploração e do conhecimento que se avança na construção das transformações, este livro lhe será muito útil e agradável.
O título, Tempos Digitais, remete à digitalização da cultura e do conhecimento e foca no ator que está tentando se entender com as novas tecnologias da informação, mas sabe o quanto é difícil dominar tantos novos recursos ao mesmo tempo e muito rapidamente.
A capa ilustra as dificuldades do educador, que tenta se equilibrar na fina corda que é a infraestrutura de educação no Brasil e ainda lidar com os recursos inovadores da tecnologia, sobre os quais, muitas vezes, ele nem sabia da existência, e que são impostos, tanto de cima para baixo, na forma de exigência dos gestores educacionais, públicos e privados, como de baixo para cima, quando os alunos trazem para o ambiente escolar seus gadgets e, junto a eles, questões para as quais o professor não está preparado.
Leia Tempos Digitais e prepare-se para o que está aí e o que ainda está por vir, pois esteja certo que ainda estamos só no começo de grandes transformações na Educação.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Tempos Digitais está "no prelo"

Novo livro do mesmo autor de CiberEscola, "Tempos Digitais: Ensinando e Aprendendo com Tecnologia", já está nas prensas da editora. Estará disponível para leitura em 5 de abril.
Praticamente um ano após publicar seu primeiro livro, o autor organizou uma coletânea de artigos seus sobre tecnologia para educação.
Na semana que vem, posto mais detalhes aqui sobre o novo livro aqui no blog.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

EPTV Comunidade


O programa EPTV Comunidade, apresentado aos sábados pela afiliada da Rede Globo no Sul de Minas, apresentou, no dia 20 de agosto, entrevista realizada comigo sobre Educação e Tecnologia, assuntos do meu livro CiberEscola: Educação em Banda Larga. Confira a entrevista na íntegra, abrindo cada uma das seguintes partes: Bloco 1, Bloco 2, Bloco 3 e Bloco 4.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Palestra de Lançamento no TecnoFaceca 2011


No dia 20 de maio de 2011, durante o 9º Seminário de Tecnologia da Informação e Comunicação da Faceca, foi realizada esta palestra sobre o livro CiberEscola.CiberEscola - TecnoFaceca 2011
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terça-feira, 17 de maio de 2011

Artigo: Educação Prêt-à-Porter


Este artigo fala sobre visita que fiz ao Centro Nacional de Educação à Distância em Poitier, na França. Foi originalmente publicado na Revista Conect@, porém o site da revista não está mais no ar, assim, reproduzo o artigo na íntegra neste espaço, devido ao grande número de citações que ele obteve ao longo dos últimos 13 anos.





O modelo de educação francês foi largamente adotado ao redor do mundo e ainda é usado em grande parte das instituições de ensino. O modo como dividimos o conteúdo em disciplinas, na quase totalidade das universidades brasileiras, ainda segue exatamente a mesma cartilha proposta há séculos.

Porque é velho, não quer dizer que seja ruim. Muito pelo contrário. Se um modelo persiste, é porque tem virtudes que ainda não foram superadas, mas...

O próprio modelo francês está se modificando na origem e dentro em breve não poderemos dar este nome ao modelo adotado atualmente no Brasil, pois estaríamos cometendo uma grave injustiça.

Minha constatação é proveniente de uma visita feita ao CNED - Centre National d'Enseignement à Distance - que tem sua sede na cidade de Poitiers, no sudoeste da França. Lá, fui recebido por Jean-Pierre Tissanié (Directeur du Télé-Accueil). Minha visita tinha como objetivo conhecer a realidade européia na educação a distância e trago muito boas impressões do que vi.



Está surgindo um novo modelo, que pode não representar uma revolução pedagógica, mas com certeza representa uma revolução tecnológica. A educação a distância está obrigando as instituições de ensino a rever a prática pedagógica e o ensino tradicional está herdando benefícios que já deveriam ter sido incorporados há algum tempo.

Tome como exemplo os Estados Unidos: a educação a distância tomou conta das prateleiras da WEB. Lá você pode fazer a sua escolha dentre uma variedade enorme de cursos "plug-and-play". Você escolhe o curso na prateleira, dá o número de seu cartão de crédito e pronto...

A França também tem o seu modelo de educação "prêt-à-porter", só que no CNED este modelo vem sendo desenvolvido desde 1939 e o que é melhor, com o apoio político e financeiro do governo francês. A instituição possui atualmente 400.000 alunos estudando a distância em toda a França e nas ex-colônias francesas. É mantida parcialmente pelo Ministério da Educação francês e por mensalidades pagas pelos alunos. São oferecidos cursos desde a alfabetização até mestrado e Ph.D. São cerca de 3.500 opções diferentes e, dentre elas há até cursos de língua portuguesa.

Há mais de 60 anos, a instituição foi criada para oferecer cursos por correspondência e está passando por uma profunda reformulação tecnológica, devido ao aumento da demanda nos últimos cinco anos e da necessidade de se oferecer novos recursos de mídia digitais para comunicação e educação.

No dia 11 de outubro, quando estive lá, o CNED estava sendo visitado por uma delegação de professores chineses, que estão aprendendo a usar este novo modelo francês de educação para levar o conhecimento aos seus mais de um bilhão de alunos.

Além de permitir que o currículo tradicional ultrapasse fronteiras geográficas antes intransponíveis, o CNED tem seu foco na educação continuada e na reciclagem de profissionais, que não podem abandonar seus afazeres para voltar ao banco da escola. Há ainda os cursos de verão, a cada dia mais procurados, pois permitem ao aluno da rede convencional de ensino suprir as carências que porventura possam ter em suas escolas, fazendo programas de verão, com duração de um mês e a custos bem reduzidos. Estes cursos também são solução para quem quer se preparar para concursos públicos e provas específicas.

O valor a ser pago pelo aluno é subsidiado pelo Ministério da Educação e, logicamente, o valor se eleva conforme o nível de graduação. Também dependendo do grau, aumenta o nível de interação e o número de mídias envolvidas. Atualmente são usadas: fitas e CDs de áudio e vídeo, telefone, e-mail, CD-ROM, teleconferência, videoconferência, cursos baseados em páginas WEB, bate-papos e três recursos muito interessantes:

- Minitel - aparelho de baixo custo lançado em 1982, que é uma exclusividade francesa e permitiu ao povo francês se conectar a serviços de informações muito antes da Internet se abrir comercialmente. Apesar de ser acusado de causador do atraso da entrada da França na Internet, o Minitel teve o positivo papel de ambientar a população francesa com serviços on-line, muito antes dos americanos, asiáticos e seus vizinhos europeus.

- O CNED possui atualmente parceria com 56 instituições de ensino superior distribuídas por todo o território Francês, onde os alunos recebem tutoria, marcam reuniões de grupos de interesses, usam laboratórios e bibliotecas, etc.

- TV Interativa (ETI - Émissions de Télévision Interactives). Desde 1998 a aplicação deste recurso vem sendo testada em programas educacionais e os relatórios de feedback dos alunos vêm demonstrando um gradual aumento de satisfação com a tecnologia. Este recurso ainda não foi testado no Brasil, mas promete abrir novas portas para a entrada da educação a distância em lares onde não haja um PC.

Que a educação clássica passa por profundas transformações, a reboque da revolução da tecnologia da informação, não é novidade para ninguém. O que o Ministério da Educação francês vem fazendo é acompanhar esta transformação, oferecendo à comunidade francofônica a possibilidade de estudar "anytime and anywhere" e com toda a qualidade que se espera de uma escola francesa de alto nível.

Enquanto isso, no Brasil...

sábado, 14 de maio de 2011

Blog do Madeira

Hoje saiu matéria sobre o livro CiberEscola no Blog do Madeira. Este blog é editado pelo jornalista Marcus Madeira e tem a maior audiência na web local.
Agradeço ao Marcus e a Alessandra Borinato, assessora de comunicação da Faceca, pelo trabalho de divulgação do livro.
Na próxima semana farei uma primeira palestra baseada em CiberEscola durante o TecnoFaceca, 9º Seminário de Tecnologia da Informação e Comunicação. Caso tenha interesse em uma palestra sobre o tema, preencha este formulário e eu entrarei em contato para organizarmos a agenda.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Entrevista para TV Princesa

Hoje no Jornal Cidade (TV Princesa), às 18h30m, vou falar sobre tecnologia e educação em entrevista concedida sobre o lançamento do livro CiberEscola. O Jornal Cidade passa todos os dias na TV Princesa, afiliada da Rede Brasil e pode ser visto no sinal aberto, canal 7.
Em breve vou colocar um link para ver a matéria aqui no blog.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Matéria no Varginha Online

O portal Varginha Online publicou matéria sobre o lançamento do livro nesta semana. O lançamento oficial aconteceu dia 2 de maio e estão sendo marcadas algumas noites de autógrafos, que serão brevemente anunciadas neste blog.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Noite de Autógrafos

Nesta sexta-feira, dia 06/05, acontece noite de autógrafos do livro na Faculdade Cenecista de Varginha. O livro impresso já está disponível para aquisição com o autor e na Editora Ponto da Cultura. Em cerca de 15 dias estará disponível nas livrarias e também para vendas online, através deste blog.

terça-feira, 19 de abril de 2011

O autor

O Prof. Hélio Lemes Costa Jr. é um geek que começou a se interessar por tecnologia ainda na infância e comprou seu primeiro computador em 1985. Graduou-se em TI e fez duas pós-graduações na mesma área. Desde 1991 envolveu-se com educação em vários níveis e, em 1999, começou a trabalhar com Tecnologia para Educação a Distância no SABE, Sistema Aberto de Educação do Unis-MG em Varginha.
Unindo então os interesses por tecnologia e educação, fez sua pesquisa de mestrado sobre o uso das redes de alta velocidade como apoio à educação, pela UFSC. Fez nova graduação, agora em Administração e atualmente faz doutorado em Engenharia de Produção na UFSCar.
Coordena o curso de Sistemas de Informação da Faceca – Faculdade Cenecista de Varginha e leciona em cursos de graduação e pós em instituições de todo o país.
Tem vários artigos publicados em diversos países, mas este é seu primeiro livro.
Siga o autor no Twitter: @helionet

sábado, 9 de abril de 2011

Apresentação CiberEscola 3

São apresentadas algumas recomendações sobre as tecnologias analisadas, como realidade virtual, multimídia, videoconferência e jogos em ambientes virtuais, mas também são colocadas algumas questões sobre o impacto da tecnologia na qualidade da educação.
A proposta do livro é auxiliar o educador a identificar formas de tornar a experiência do aprendizado mais rica e estimulante, através do uso das tecnologias de redes de alta velocidade, que estão se tornando onipresentes e acessíveis para muitos projetos educacionais.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Apresentação CiberEscola 2

A obra é indicada também aos idealizadores de projetos educacionais, para que determinem a validade do uso (ou não) de determinadas aplicações e recursos tecnológicos, compreender a importância do computador e das redes na educação, conhecer as pesquisas que estão sendo realizadas nesta área, avaliar a importância da multimídia para o conteúdo e da interatividade para a colaboração no aprendizado.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Apresentação Ciberescola

Lendo este livro será possível vislumbrar as aplicações que estarão disponíveis para os educadores, a partir da disponibilização de conexões de redes de computadores chamadas de “banda larga”, que têm evoluído enormemente nos últimos anos. Elas podem trazer para a sala de aula, presencial ou virtual, uma experiência muito mais rica do que os tradicionais, quadro, caneta e papel.

domingo, 3 de abril de 2011

CiberEscola já está no Amazon Kindle

Dia 3 de abril. Data do lançamento mundial do livro CiberEscola, que muito sintomaticamente saíu primeiro em meios digitais do que impressos.
Quem tiver um Kindle da Amazon já pode adquirir o livro CiberEscola através do site da empresa. O preço é de 8,99 dólares. Mais em conta do que a versão impressa, que deve ser lançada a 25 reais.
Por enquanto não conheço muitas pessoas que possuam o Kindle, mas acho que agora eu vou ter que comprar um, para fazer divulgação do meu livro, né?
O livro é exatamente igual à versão impressa. A única mudança é o número do ISBN, que neste caso é registrado pela Amazon, como editora e responsável pela tiragem.